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Saturday, October 07, 2006

Arte antiga


A arte antiga refere-se à arte desenvolvida pelas civilizações antigas após a descoberta de escrita e que se estende até à queda do império romano do ocidente, em 476 d.C, aquando das invasões bárbaras.
- A partir de 4000 a.C. na zona de confluência do rio Tigre com o rio Eufrates.
- Palácios, templos (zigurate), câmaras funerárias (abóbada e arco).
- Adobe, madeira, tijolo colorido para decoração.
- Figuras religiosas de alabastro (hierarquia por altura e tamanho dos olhos). Formas geométricas e esquemáticas baseadas no cone e no cilindro.
- Influência na arte da Assíria e da Babilónia
- Inicialmente na zona norte do rio Tigre, posteriormente estende-se a império de grandes dimensões. Auge entre c. 1000 e 612 a.C..
- Templos e zigurates monumentais. Tijolo, também pedra nas entradas das cidades e salas.
- Escultura monumental (demónios guardiões), baixo-relevo narrativo em grande escala.
- Influência da arte da Suméria.
- Cidade da Babilónia. 1º período com fundador da dinastia babilónica, Hamurabi. 2º período de destaque entre 612-539 a.C. com Nabucodonosor (Torre de Babel, Jardins suspensos da Babilónia).
- Tijolo vidrado colorido para decoração de superfícies arquitectónicas.
- Representação da figura animal.
Inicialmente a oriente da Mesopotâmia (actual Irão), local de passagem de tribos nómadas.
- Arte nómada ornamental (armas, taças, vasos) em madeira, osso, metal. Estilo animalista, abstracção figurativa e orgânica.
- Posterior povo herdeiro do império assírio, conquista da babilónia em 539 a.C..
- Palácios colossais (várias influências, ambiente cerimonial e repetitivo), ausência de arquitectura religiosa.
- Escultura associada à arquitectura.
- Durante 3000 anos até à conquista por Alexandre, o Grande no século IV a.C..
- Arquitectura monumental (pedra), templos, arte funerária, (pirâmides, mastabas).
- Relevos e pinturas murais associados à arquitectura, escultura de vulto e colossal, artes decorativas e mobiliário.
- Carácter solene com base em cânones rígidos de representação, simbolismo.
- Estilo característico dos povos de língua celta, na Europa (continente e, em especial, ilhas - Inglaterra, Irlanda) que se desenvolve já desde a pré-história,
- Estilo característico dos povos germânicos. Ver também: Pré-românico para a contextualização da arte dos germanos durante as migrações dos povos bárbaros na Idade Média.
Arquipelago das Cíclades, Idade do bronze (2500-1600 a.C.).
- Objectos em cerâmica (vasos, cálices, etc) de decoração geométrica (linhas, curvas, espirais).
- Pequenos ídolos em mármore de linhas sintéticas com nariz destacado em relevo.
- Arte cretense (Ilha de Creta), Idade do bronze (2300-100 a.C.).
- Pintura mural decorativa de harmonia e movimento, cores vivas e vista frontal associada à arquitectura palaciana (de estrutura informal e prática).
- Peças de cerâmica, pouca escultura (pequenas figuras em argila e terracota, vasilhas).
- Temáticas do quotidiano, mundo animal (marítimo), religião (devotiva e ritual).
- Aqueus estabelecidos em território grego, Idade do bronze.
- Principal centro em Micenas, influência da arte minóica.
- Arquitectura monumental, pintura sem leveza da arte cretense, temática militar e narrativa.

- Arte dos fenícios, povo de origem semita que colonizou a sul da península itálica, Sicília, sul da península ibérica e norte de África, com apogeu entre c. 1000 a.C. e 800 a.C..
- Dedicados principalmente ao artesanato (objectos utilitários), comércio e navegação na zona do Mediterrâneo.
- Influência da arte egípcia, egeia, micénica, mesopotâmica e grega.
- Povo etrusco, região da Toscana, séculos VIII a II a.C..
- Arte funerária, câmaras tumulares com pintura mural, urnas, escultura em sarcófagos (jacentes), bustos.
- Peças decorativas em bronze e terracota, joalharia.
- Influência da arte arcaica grega.
Magna Grécia: Grécia, sul de Itália, Sicília, século VI a IV a.C..
- Arquitectura religiosa (Templos em pedra, ordens arquitectónicas), edifícios públicos (teatros etc.).
- Cerâmica (com pintura decorativa), escultura de vulto (mármore, bronze).
- Arte ligada ao intelectualismo, valorização do homem, busca da perfeição, harmonia, equilíbrio, proporção. Inspiração na natureza, realismo.
- Temática mitológica, do quotidiano.
Ver também: Arquitectura | Escultura | Pintura
- Império romano, século VIII a.C. a IV d.C.. Grande influência da arte grega.
- Desenvolvimento arquitectónico com gosto pelo colossal e magnificente. Edifícios
públicos (pontes, aquedutos, termas, anfiteatros etc.), religiosos basílicas, templos.
- Escultura histórica, bustos.
Primeira expressão artística dos cristãos, área do império romano do ocidente, Roma, entre século III e V d.C..
- Pintura mural (fresco) em catacumbas, sarcófagos.
- Surgimento das primeiras basílicas cristãs após a oficialização da religião.
Primeira expressão artística dos cristãos, área do império romano do ocidente, Roma, entre século III e V d.C..
- Pintura mural (fresco) em catacumbas, sarcófagos.
- Surgimento das primeiras basílicas cristãs após a oficialização da religião.
Arte cristã do império romano do oriente, desde a transição da capital do império para Constantinopla à sua conquista em 1453 pelos turcos.
- Influência da arte romana e da arte oriental.
- Arquitectura religiosa (cúpula), pintura e mosaico de carácter bidimensional e simbólico (ícones).

Arte Pop



Romero Britto (Recife, 6 de outubro de 1963) é um pintor e escultor brasileiro.

É conhecido como Artista Pop Brasileiro, sendo radicado em Miami. Suas obras caíram no gosto das celebridades por sua alegria, colorido e imaginação, tendo sido alçado para a fama ao realizar a ilustração de uma campanha publicitária para a vodka Absolut.


Pop Art, movimento que usava figuras e ícones populares como tema de suas pinturas

No derradeiro momento do modernismo, tudo é imagem pronta para ser consumida. Desta forma, a Pop Art tenta diminuir a lacuna entre as chamadas baixa e alta cultura usando elementos da chamada cultura de massa.

Não se trata de uma crítica ao consumismo, nem à cultura de massa em si, mas sim um comentário que tenta resgatar a função da arte como participante do dia-a-dia do ser humano, dando significado à existência humana contemporânea, à vida da maioria. Um gênero de arte em que cada objeto combinava as qualidades do “feito em série” e do “único”. “Uso dado ao que é desprezado”, dizia Roy Liechtenstein, um dos expoentes do movimento.
A cultura de massa e o surgimento da Pop
Adorno e Horkheimer, nos anos 40, cunharam o termo “indústria cultural” para expressar o que acreditavam ser a consumação da uniformização mercantil do mundo, um fenômeno típico do século XX e da sociedade de massa que nele ganhou corpo e estatuto de realidade global. Neste contexto, falou-se bastante sobre a oposição ‘alta cultura x baixa cultura’ e que a própria nomeação de cultura já pressuporia um rebaixamento de nível, uma calculação meramente administrativa e redutora do essencial das criações do espírito.

No entanto, somente na década de cinqüenta que um punhado de intelectuais tentou fazer distinções bem nítidas entre a alta cultura, a cultura média e a cultura de massa, mas isso caiu por terra rapidamente, porque não refletia, na verdade, as realidades, nem mesmo da literatura moderna.

Em meados da década de 50 os artistas, por sua vez, defendem uma arte popular (pop), que se comunique diretamente com o público por meio de signos e símbolos retirados do imaginário que cerca a cultura de massas e a vida cotidiana. A defesa do popular traduz uma atitude artística adversa ao hermetismo da arte moderna. Nesse sentido, a arte pop se coloca na cena artística como um dos movimentos que recusa a separação arte/vida. E o faz pela incorporação das histórias em quadrinhos, da publicidade, das imagens televisivas e do cinema. Assim, surge a Pop Art, na Inglaterra, através de um grupo de artistas intitulados The Independent Group. A primeira obra considerada Pop é O que exatamente torna os lares de hoje tão diferentes, tão atraentes?, de Richard Hamilton. Os artistas e críticos integrantes do Independent Group lançam em primeira mão as bases da nova forma de expressão artística, que se beneficia das mudanças tecnológicas e da ampla gama de possibilidades colocada pela visualidade moderna, que está no mundo - ruas e casas - e não apenas em museus e galerias. Eduardo Luigi Paolozzi, Richard Smith e Peter Blake são alguns dos principais nomes do grupo britânico.

É possível observar nas obras Pop britânicas um certo deslumbramento pelo american way of life através da mitificação da cultura estadunidense. É preciso levar em consideração que a Inglaterra passava por um período pós-guerra, se reerguendo e vislumbrando a prosperidade econômica norte-americana. Desta forma, todas as obras dos artistas pop britânicos aceitaram a cultura industrial e assimilaram aspectos dela em sua arte de forma eclética e universal.

Ao contrário do que sucedeu na Grã-Bretanha, nos Estados Unidos os artistas trabalham isoladamente até 1963, quando duas exposições (Arte 1963: novo vocabulário, Arts Council, Filadélfia e Os novos realistas, Sidney Janis Gallery, Nova York) reúnem obras que se beneficiam do material publicitário e da mídia. É nesse momento que os nomes de Andy Warhol, Roy Lichtenstein, Claes Oldenburg, James Rosenquist e Tom Wesselmann surgem como os principais representantes da arte pop em solo norte-americano. Sem estilo comum, programas ou manifestos, os trabalhos desses artistas se afinam pelas temáticas abordadas, pelo desenho simplificado e pelas cores saturadas. A nova atenção concedida aos objetos comuns e à vida cotidiana encontra seus precursores na antiarte dos dadaístas.

Os artistas norte-americanos tomam ainda como referência uma certa tradição figurativa local - as colagens tridimensionais de Robert Rauschenberg (1925) e as imagens planas e emblemáticas de Jasper Johns (1930) - que abre a arte para a utilização de imagens e objetos inscritos no cotidiano. No trato desse repertório plástico específico não se observa a carga subjetiva e o gesto lírico-dramático, característicos do expressionismo abstrato - que, aliás, a arte pop comenta de forma paródica em trabalhos como Pincela (1965) de Roy Lichtenstein. No interior do grupo norte-americano, o nome de T. Wesselmann liga-se às naturezas-mortas compostas com produtos comerciais, o de Lichtenstein aos quadrinhos (Whaam!, 1963) e o de C. Oldenburg, mais diretamente às esculturas (Duplo Hambúrguer, 1962).

Uma arte que não critica
Ao contrário do que uma maioria pode acreditar à primeira vista, a Pop Art não desejava criticar os meios de consumo, de comunicação, o capitalismo e o mass media. A arte Pop apenas pretendia representar o social da época e celebrar as nuances da linguagem da cultura urbana. Os artistas Pop refletem uma completa falta de intenção política. Eles apenas queriam retratar o meio que os cercava; o que interessa são as imagens, o ambiente, a vida que a tecnologia industrial criou nos grandes centros urbanos. Suas intenções são muito mais positivas ou irônicas, do que críticas.

E eles não só não criticaram o imaginário dos meios de massa, como também não homenagearam os aspectos fantásticos da civilização moderna com os seus robôs coloridos. Eles apenas misturaram diversas peças do idioma comercial numa linguagem artística subjetiva, transformando-a em suas visões pessoais, porém sem recorrer a uma abordagem expressiva para empacotar as suas mensagens.

Muitos dos artistas Pop já tinham se revelados excelentes pintores, e nas suas obras de Pop Art mostravam um estilo distinto. Eles não estavam sacrificando suas qualidades artísticas para o poder do imaginário comercial, mas também não para uma crítica severa da sociedade de consumo; eram comentários sociais, feitos com termos distintos. Eles apenas queriam saber e mostrar "o que é que faz que nossos lares sejam hoje tão diferentes, tão encantadores?".

Arte Comercial X Arte Erudita
A principal discussão nos meios artísticos sempre foi até que ponto a arte pop pode ser considerada arte. Esta questão é levantada pelos membros eruditos da arte da época, que tanto tentaram resistir ao fato de que uma arte comercial pode, e não deixa de ser, uma arte.

Muitos defenderam que o motivo por uma arte publicitária não poder ser tomada como arte é por causa dos fins para que esta arte é feita, é uma arte que já nasce na concepção que precisa vender e ser vendida. Mas até que ponto estes artistas eruditos estão distantes de conceberem suas obras para serem vendidas? A partir do momento que o mecenato é extinto, os artistas dependem dos comerciantes para obterem seus ganhos de vida. A diferença é que nem todos podem esperar pela sorte de terem suas obras aceitas em museus de renomes e tornarem suas obras bem rentáveis.

A opção por uma arte como a Pop Art se torna óbvia se verificar que a os artistas mais representativos deste movimento tiveram que percorrer vários caminhos da cultura popular, já que não conseguiram obter sucesso imediato na cena artística. Apesar de terem uma formação erudita da arte tal como os artistas do expressionismo abstrato (movimento da "arte elevada" que prevalecia na época), não puderam limitar seus estudos às artes. Foram forçados a buscarem formas alternativas de trabalhos artísticos, como a pintura de cartazes, colagens para anúncios publicitários, desenhos de anúncios de produtos, etc. E foi através deste contato com a cultura comercial que eles passaram a perceber uma nova concepção de arte.

O épico passou a ser substituído pelo cotidiano, o que se produzia em massa recebeu a mesma importância do que era único e irreproduzível. O que era considerado vulgar e banal passou a se tornar refinado. Se o cinema, o design e a coca-cola faziam parte do dia-a-dia desses artistas, por que não enxergar estes elementos sob uma ótica artística? Assim, a distinção entre "arte elevada" e "arte vulgar" foi desaparecendo.

Os artistas da Pop não lutaram contra as críticas que diziam que suas artes eram quase indistinguíveis de uma arte de publicidade, pelo contrário, eles afirmaram esta posição e colocaram em questão o porquê de uma arte comercial não poder ser também Arte. Existia um processo de criação criativa e artística dentro dessa arte publicitária de uma certa forma igual ao que ocorria em uma "arte pela arte".

A arte pop aproximou a Arte das massas como nenhuma outra arte de esquerda conseguira fazer, pois desmistificou o que antes era visto "para poucos", se utilizando de objetos próprios dessa massa. Não só a cultura popular se torna um tema de arte, mas também a arte passa a ser integrante da cultura popular. Foi através da Pop que os filmes e as fotografias passaram a ir para o museu e as exposições internacionais

Ópera




A Ópera é um gênero artístico que consiste em um drama encenado com música.

O drama é apresentado utilizando os elementos típicos do teatro, tais como cenografia, vestuários e atuação. No entanto, a letra da ópera (conhecida como libreto) é cantada em lugar de ser falada. Os cantores são acompanhados por um grupo musical, que em algumas óperas pode ser uma orquestra sinfônica completa.

Os cantores e seus personagens são classificados de acordo com seus timbres vocais. Os cantores masculinos classificam-se em baixo, baixo-barítono (ou baixo-cantor), barítono, tenor e contratenor. As cantoras femininas classificam-se em contralto, mezzosoprano e soprano. Cada uma destas classificações tem subdivisões, como por exemplo: um barítono pode ser um barítono lírico, um barítono de caráter ou um barítono bufo, os quais associam a voz do cantor com os personagens mais apropriados para a qualidade e o timbre de sua voz.

Origem
A palavra ópera significa "obra" em latim e italiano, relacionada com opus, sugerindo que esta combina as artes de canto coral e solo, recitativo e balé, em um espetáculo encenado.

A primeira obra considerada uma ópera, no sentido geralmente entendido, data aproximadamente do ano 1597. Foi chamada Dafne (atualmente desaparecida), escrita por Jacopo Peri para um círculo elitista de humoristas florentinos letrados, cujo grupo era conhecido como a Camerata. Dafne foi uma tentativa de reviver a tragédia grega clássica, como parte de uma ampla reaparição da antiguidade que caracterizou o Renascimento. Um trabalho posterior de Peri, Eurídice, que data do ano 1600, é a primeira ópera que sobreviveu até a atualidade. Não obstante, o uso do termo ópera começa a ser utilizado a partir de meados do século XVII para definir as peças de teatro musical, às quais se referia, até então, com formulações universais como Dramma per Musica (Drama Musical) ou Favola in Musica (fábula musical). Diálogo falado ou declamado - chamado recitativo em ópera - acompanhado por uma orquestra, é a característica fundamental do melodrama, no seu sentido original.
O bel canto era um estilo presente na ópera italiana que se caracterizava pelo virtuosismo e o adorno que demonstrava o solista em sua representação. Na primeira metade do século XIX o bel canto alcançou seu nível mais alto, através das óperas de Gioacchino Rossini, Vincenzo Bellini e Gaetano Donizetti.

Ópera Francesa
Rivalizando com produções importadas da ópera italiana, uma tradição francesa separada, cantada em francês, foi fundada pelo compositor italiano Jean-Baptiste Lully, quem monopolizou a ópera francesa desde 1672. As aberturas de Lully, seus recitais disciplinados e fluídos e seus intermezzos estabeleceram um padrão que Gluck lutou por reformar quase um século depois. A ópera na França permaneceu, incluindo interlúdios de balé e uma elaborada maquinaria cenográfica.

A ópera francesa esteve influenciada pelo bel canto de Rossini e outros compositores italianos.

Ópera-comique
A ópera francesa com diálogos falados é conhecida como ópera-comique, independente de seu conteúdo. Esta teve seu auge entre os anos de 1770 e 1880 e uma de suas representantes mais reconhecidas foi Carmen de Bizet em 1875. A ópera-comique serviu como modelo para o desenvolvimento do singspiel alemão e pode assemelhar-se à operetta, conforme o peso de seu conteúdo temático.
Os elementos da Grand Ópera francesa apareceram pela primeira vez nas obras Guillaume Tell de Rossini em 1829 e Robert le Diable de Meyerbeer em 1831. Caracteriza-se por ter decorações luxuosas e elaboradas, um grande coro, uma grande orquestra, balés obrigatórios e um número elevado de personagens. O ápice da Grand Ópera na Itália se dá com Verdi com Les Vespres Siciliennes e Don Carlos e na Alemanha com o Rienzi de Wagner

Ópera Alemã
O singspiel alemão A Flauta Mágica de Mozart se encontra à frente da tradição da Ópera alemã que foi desenvolvida no século XIX por nomes como Carl Maria von Weber, Heinrich Marschner e Wagner. Este último introduziu o conceito do drama musical, em que a ópera deixava de ser composta por "números" e a música passa a ter um fluxo contínuo, sem divisões em árias, duetos, etc. A ópera Tristão e Isolda foi a primeira a ser estruturada desta forma.

De uma forma geral, a ópera alemã tem a característica de abordar temas mitológicos e fantásticos, de alta dramaticidade, mas que não se enquadram como "comédias" ou "tragédias", como acontece na ópera italiana e na ópera francesa.

Artes cénicas


Artes cénicas (ou cênicas) são todas aquelas que se desenvolvem num palco ou local de representação para um público. Muitas vezes estas apresentações das artes cênicas podem ocorrer em praças e ruas. Assim podemos dizer também que este palco pode ser improvisado. Ou seja, o palco é qualquer local onde ocorre uma apresentação cênica.

O Circo é provavelmente a arte de espectáculos de entretenimento mais antiga do mundo. Teve origem em povos viajantes.


Existem muitos tipos de circo: circo de rua, circo tradicional, circo chinês, circo russo, etc. O universo circense é na verdade um conjunto de diversas artes: malabarismo, palhaço, acrobacia, adestramento de animais, equilibrismo, magia, etc.

Há cerca de 5.000 anos, pinturas onde aparecem acrobatas, contorcionistas e equilibristas, foram descobertas na China, partindo daí uma hipótese do surgimento da arte circense. Naquela época, a acrobacia era utilizada como forma de treinamento para os guerreiros, pois gerava agilidade, flexibilidade e força.

Circos Brasileiros

Abaixo a lista dos principais Circos em Atividade do Brasil:

Circo Bremer
Circo de Munique
Circo Spacial
Circo Estoril
Circo Beto Carrero
Circo Popular do Brasil
Circo Trapézio (RJ) Família Cericola
Circo Dioni (SP) Familia Rombi
Circo di Napoli
Circo Orlando Orfei
Circo Irmãos Power
Kalahary Circus...o unico a precorrer todo estado de Minas Gerais
Circo Roda Brasil
Escolas de Circo
Escola Nacional de Circo (Rio de Janeiro RJ)
Academia Brasileira de Circo (São Paulo SP)
Picadeiro Circo Escola (São Paulo SP)
Galpão do Circo (São Paulo SP)
Spasso Escola Popular de Circo (Belo Horizonte MG)
Circo Trapézio (Rio de Janeiro RJ)
Circo Girassol (Porto Alegre RS)
Academia Olimpic (Brasília DF)
EL Circo (Santo André SP)
Galpão das artes/Grupo Cambota (Suzano SP)
A dança é uma arte, ou seja, é um conjunto de regras para realizar algo com perfeição, no qual exige habilidade e compromisso ao dedicar-se, todavia é uma forma de expressão artística coordenada, que carece de sentimentos e ideias através do movimento corporal. Na maior parte dos casos, a dança, com passos cadenciados é acompanhada ao som e compasso de música e envolve a expressão de sentimentos potenciados por ela.

Formas artísticas
Teatrais

Dança Medieval
Balé
Dança Moderna
Dança contemporânea
Sociais

Dança popular tradicional
Dança de salão
Dança do ventre
Dança de Rua
ver Lista de danças

Construtivismo


O Construtivismo russo foi um movimento estético-político que iniciou na Russia apartir de 1914, como parte do contexto dos movimentos de vanguarda no país e é um termo usado até hoje. Ele negava uma "arte pura", procurou abolir a idéia de que a arte é um elemento especial da criação humana, separada do mundo cotidiano. Ela deveria servir objetivos sociais, a construção de um mundo socialista. O termo arte construtivista foi introduzida pela primeira vez por Malevich para descrever o trabalho de Rodchenko em 1917.

Caracterizou-se, de forma bastante genérica, pela utilização constante de geometria, cores primárias, fotomontagem e a tipografia sem serifa.

O Construtivismo teve influência profunda na arte moderna e no design moderno e está inserido no contexto das vanguardas estéticas européias do início do Século XX. São considerados manifestações influênciadas pelo Construtivismo o De Stijl, a Bauhaus, o Suprematismo (assim como grande parte da vanguarda russa).

Do ponto de vista das artes plásticas, usando uma acepção mais ampla da palavra, toda a arte abstrata geométrica do período (décadas de 1920, 30 e 40) pode ser grosseiramente chamada de construtivista (o que inclui as experiências artísticas na Bauhaus, o Neoplasticismo e outros movimentos similares).
Questão social, política e contexto histórico
(Rússia, primeiros trinta anos do século XX)

“Uma arte construtiva que não decora, mas organiza a vida” – Lissitski, 1922

Até o surgimento do construtivismo, nenhum movimento na evolução da arte moderna tinha sido uma expressão tão inserida numa realidade revolucionária concreta, ou tinha colocado tão explicitamente a função social da arte como uma questão política. O construtivismo foi uma expressão com ideologias marxistas e estava intimamente ligado a um organismo comunista revolucionário. Em seu âmago, o construtivismo tinha a convicção de que o artista podia contribuir para suprir as necessidades físicas e intelectuais da sociedade como um todo, relacionando-se diretamente com a produção de máquinas, com a engenharia arquitetônica e com os meios gráficos e fotográficos de comunicação. A arte torna-se instrumento de transformação social, participa da reconstrução do modo de vida e da “revolucionarização” da consciência do povo, deseja satisfazer as necessidades materiais e organizar e sistematizar os sentimentos do proletariado revolucionário - eis o objetivo: não a arte política, mas a socialização da arte. A partir de 1915, o Suprematismo de Malevitch e o Construtivismo de Tatlin (1885-1953) são as duas grandes correntes da arte russa; ambas se inserem no vasto movimento da vanguarda ideológica e revolucionária, liderada por Maiakovski e oficialmente sustentada pelo comissário para a instrução do governo de Lênin, Lunacharsky. O “Manifesto Realista”, escrito por Naum Gabo e assinado por seu irmão Antoine Pevsner, definia claramente os limites e possibilidades da arte-não figurativa e contrariava as idéias metafísicas de Malevitch. Considerado o primeiro construtivista, o “Manifesto Realista” foi afixado nos muros de Moscou durante o primeiro levante de revolução política em meio à guerra civil e teve, portanto, grande repercussão. A partir dele, muitos manifestos de correntes antagonistas, distintas, porém, que buscavam também essa questão social, foram anunciados. Com o surgimento do NEP em 1921, a Nova Política Econômica de Lênin, a utilidade do construtivismo passou a ser seriamente questionada. E em seguida, com sua morte e a queda de Lunacharsky, a nova burocracia stalinista reduziu a arte a um instrumento de propaganda política e de divulgação cultural. A vanguarda foi desautorizada e reprimida; a velha academia, revalorizada. A partir de 1930 aproximadamente, a pintura, a arquitetura e a escultura da União Soviética tornaram-se semelhantes em tudo, exceto na temática, à pintura, à escultura e à arquitetura oficiais do fascismo italiano e do nazismo alemão.aa

Diálogos e influências
Observando agora os antecedentes e preliminares do construtivismo, pode-se afirmar que, em síntese, as experiências iniciais da pintura moderna, verificadas no período que vai desde a primeira metade do século 19, com o romantismo e o realismo, até Cézanne (1839-1906) e o cubismo, no início do século 20, procedem à dissolução do sistema renascentista e esboçam novos paradigmas.

De início, é preciso remontar à obra de Cézanne, que, para o construtivismo, tem significado estratégico pois, diz Tarabukin, "é a partir de Cézanne que o pintor começa a lançar toda a sua atenção sobre a estrutura material real da tela”. Pode-se entender, no caso, tal estrutura como a ordenação específica dos materiais reais da pintura, vale dizer, a cor, a textura, a pincelada e a sua organização. É no trabalho de Cézanne, que, para além da dimensão representacional, a estrutura da pintura ganhará destaque, apresentando-se explícita e decididamente, para o seu observador, como foco de atenção incontornável.

Alguns avanços que o cubismo introduz, numa nova economia pictórica: depuração da forma processual de sua extração subjetiva, presente em Cézanne, para torná-la, quanto à sua origem, impessoal e abstrata tal um módulo ou engrenagem de máquina e radicalização da dimensão processual da arte. Por outro lado, uma das características básicas do século XX foi o triunfo da abstração sobre a mimese, um triunfo baseado no prestígio que a razão e a ciência possuíam no princípio do século. O novo grau de abstração consistiu na introdução do tempo na ciência – e o cubismo explorou esta nova visão de uma realidade percebida de maneira dinâmica e simultânea a partir de diversos pontos de vista.

Os construtivistas aprendem com os futuristas italianos uma nova forma de difusão do pensamento, o manifesto, e utilizam-se dele para expor suas idéias e conceitos. Além disso, a estética, o ideário e os objetos futuristas serão apropriados e transformados pelo construtivismo. Trotski considera que "o futurismo é um fenômeno europeu que desperta interesse porque, entre outras razões, não se fechou, ao contrário do que afirma a escola formal russa, nos limites da arte, mas, desde o início, se ligou aos acontecimentos políticos e sociais, sobretudo na Itália". Malevitch diz que “O cubismo e o futurismo, formas artísticas revolucionárias, foram os prenúncios da Revolução política e econômica de 1917".

Dessa forma, Cubismo e Futurismo foram rapidamente conhecidos e assimilados na Rússia, onde um grupo de artistas, nascido da combinação dos dois (desconstrução do espaço e do objeto cubista e temática da cidade, do movimento e da velocidade futurista), se denominou até mesmo de cubofuturistas.

Alguns autores separam Construtivismo de Produtivismo, fazendo deste uma segunda fase do primeiro (a partir da superação da composição pela construção e da primazia do utilitarismo), enquanto outros colocam o produtivismo como característica do construtivismo.

As concepções construtivistas e suprematistas coincidem em muitos aspectos, principalmente no fato de ambas quererem ser materialistas e concretas. Porém o suprematismo, assim como o Construtivismo Ocidental, pretexta a geometria como modelo contemplativo, de linguagem abstrata, a partir de pressupostos idealistas ou místicos. Em síntese, dá-se, neste limiar, a superação da dimensão representacional da arte e a postulação de um objeto com valor em si, isto é, cujos nexos estão postos nele próprio e não em alguma instância externa. Malevich denomina isto de novo no realismo pictórico. Forja-se aí uma nova noção de realismo, inteiramente distinta daquela ingênua, derivada do naturalismo.

No Ocidente capitalista, com possível exceção dos dadaístas, que trabalham previamente a recepção de seus trabalhos, o momento da produção costuma ser desvinculado da recepção ou do consumo – ao contrário do que acontece no Construtivismo. Os autores O. Hahn e M. A. Prat chegam a propor a dissolução “da aparente contradição entre dadaísmo e construtivismo”. Hahn via em Gabo e Pevsner a origem do movimento.

Identifica-se correntemente o construtivismo com sucedâneos ocidentais de mesma denominação: certos produtos da Bauhaus alemã e o neoplasticismo holandês, por exemplo. É certo que todos estes grupos desdobraram-se, segundo graus variados, a partir de ecos do construtivismo russo, mas, a rigor, eles pouco tem a ver com os princípios e objetivos originais do construtivismo russo. São autores auto-exilados como Gabo e Pevsner, que divergem do construtivismo, e, sem esquecer de outros, como Kandinski e Chagall, que nunca se disseram construtivistas - mas, que, sendo emigrados russos e tendo circulado nos meios artísticos de então, não operaram para desfazer a confusão – que contribuíram, de várias maneiras, para que se estabelecesse uma contrafação do movimento, capaz, no caso, de ser conjugada ao capitalismo. Também não se deve esquecer, neste imbróglio, o papel da Guerra Fria, que secundou a operação, iniciada pelo stalinismo, de apagamento das origens e diretrizes do construtivismo. Um construtivismo retardado originou-se no Rio de Janeiro e em São Paulo sob a denominação de Concretismo, logo seguido pelo Neo-concretismo, na década de 1950.

Cinema
“Para vocês, o cinema é um espetáculo. Para mim, é quase um meio de compreender o mundo.” – Maiakovski, 1922

O discurso construtivista, em suma, reconhece o cinema como essencial ao seu ideal (como arte industrial, mecânica, anônima, ligada à sociedade e ao mundo reais - filmando as coisas existentes e destinado às massas) e aponta para a superação do estágio da cinematografia na época e do mau-uso ideológico e estético do cinema.

Mas o pensamento sobre o cinema é tardio, mesmo entre intelectuais da vanguarda – muitos não o consideravam uma arte, apenas um aparelho técnico; outros o enxergavam como inferior ao teatro e à literatura por apenas reproduzir imagens do mundo real, e não criá-las. Os primeiros, mais tarde, apoiarão Vertov e Schub, enquanto os segundos darão preferência a Eisenstein.

O futurismo e o construtivismo, na Rússia, aparecem no cinema a princípio timidamente em filmes com linguagem tradicional, seja na insistência em objetos mecânicos ou na estética dos cenários e figurinos. Assim que a semântica da montagem passa para o primeiro plano é que pode-se falar em cinema construtivista e logo surgirão diferentes estratégias de abordagem quanto ao papel do cinema e ao tipo de filme exigido pela situação. Para Dziga Vertov, “o futuro da arte cinematográfica é a negação de seu presente” (os velhos filmes romanceados e o espaço dado a “intrusos” como a música, a literatura e o teatro). Seu cinema, um tanto futurista, tem como objeto o movimento das coisas (mais especificamente, seu ritmo) e apóia-se na recusa do psicológico e na exaltação da máquina. Por meio da organização, da construção do material registrado pela montagem – que não deve manipular o material, mas revelá-lo, torná-lo legível, inteligível -, o cinema (máquina) evoluirá rumo à cinematografia (visão construtiva do mundo). Com base nos filmes de Vertov, Gan fará do cinema, em seus escritos teóricos, o meio de expressão construtivista por excelência – compreendendo o mecanismo da vida e afastando-se da arte por meio a representação do real (sem uso de atores, ou sem encenação).

Sergei Eisenstein trará, já do teatro, a influência plástica/estética construtivista e seus dois primeiros filmes, A greve e O encouraçado Potemkin (1924-5), trazem as marcas das construções cênicas construtivistas e da organização plástica linear reivindicada, por exemplo, por Rodchenko. Porém, esses são os aspectos mais superficiais de sua filiação à problemática construtivista. De seus estudos resultará sua teoria da montagem que, de maneira diferente da de Vertov, estabelece a articulação significante no cinema (os “intervalos” entre os planos) como uma compreensão da função social do filme . Assim, seus dois filmes seguintes vão fundar um novo cinema, chamado “intelectual”. Eisenstein apresenta, então, a maioria dos traços do construtivismo: além do linearismo de suas construções e sua concepção original da montagem, ele trabalha o papel e o sentido dos objetos, integra a escritura à imagem, usa a arquitetura como modelo social e responde vigorosamente à noção de encomenda social.

Arte abstrata

A arte abstrata é geralmente entendida como uma forma de arte (especialmente nas artes visuais) que não representa objetos próprios da nossa realidade concreta exterior. Ao invés disso, usa as relações formais entre cores, linhas e superfícies para compor a realidade da obra, de uma maneira "não representacional". A expressão também pode ser usada para se referir especificamente à arte produzida no início do século XX por determinados movimentos e escolas que genericamente encaixam-se na arte moderna.

No início do século XX, antes que os artistas atingissem a abstração absoluta, o termo também foi usado para se referir a escolas como o Cubismo e o Futurismo que, ainda que fossem representativas e figurativas, buscavam sintetizar os elementos da realidade natural, resultando em obras que fugiam à simples imitação daquilo que era "concreto".

O Abstraccionismo divide-se em duas tendências:

Abstraccionismo Lírico
Abstraccionismo Geométrico
O Abstraccionismo Lírico ou Abstraccionismo Expressivo inspirava-se no instinto, no inconsciente e na intuição para construir uma arte imaginária ligada a uma "necessidade interior"; tendo sido influenciado pelo Expressionismo, mais propriamente no Der Blaue Reiter. Aparece como reacção às grandes revoluções do século, nomeadamete a I Guerra Mundial.

O jogo de formas orgânicas e as cores vibrantes eram bem patentes; mas também a linha de contorno sobressaía nesta arte nitidamente não figurativa.

Procurava uma aproximação à música, onde a expressividade dos sons se transformava em linguagem artística. É desta forma que o Abstraccionismo Lírico pretende igualar ou mesmo superar a música, transformando manchas de cor e linhas em ideias e simbolismos subjectivos.

Wassily Kandinsky foi o mentor deste género, utilizando cores puras em pinceladas rápidas, tensas e violentas.

O Abstraccionismo Geométrico, ao contrário do Abstraccionismo Lírico, foca-se na racionalização que depende da análise intelectual e científica. Foi influenciado pelo Cubismo e pelo Futurismo. O Abstraccionismo Geométrico divide-se em duas correntes:

Suprematismo na Rússia
Neoplasticismo na Holanda
No Brasil, o abstracionismo teve suas primeiras expressões na década de 40. Entre os artistas mais importantes destacam-se Abraão Palatnik, Ivan Serpa, Luiz Sacilotto, Antônio Bandeira e Manabu Mabe

Arte rupestre



Arte rupestre, pintura rupestre ou ainda gravura rupestre, é o nome que se dá às mais antigas representações pictóricas conhecidas, muitas datadas do período Paleolítico (100.000-10.000 a.C.) gravadas em abrigos ou cavernas, em suas paredes e tetos rochosos, ou também em superfícies rochosas ao ar livre, mas em lugares protegidos, normalmente datando de épocas pré-históricas.
A História é tão antiga quanto o homem. E o homem, desde seu aparecimento na terra, elaborou a sua História, na qual tinham lugar a Arte e o espírito de conservação daquilo de que necessitava. Estudos arqueológicos demonstram que o homem da pré história (a fase da História que precede a escrita) já conservava, além de cerâmicas, armas e utensílios trabalhados na pedra, nos ossos dos animais que abatiam e no metal. Arqueólogos e antropólogos datando e estudando peças extraídas em escavações conferem a estes vestígios seu real valor como "documentos históricos", verdadeiros testemunhos da vida do homem em tempos remotos e de culturas extintas.

Prospecções arqueológicas realizadas na Europa, Ásia e África, entre outras, revelam em que meio aos primitivos homens caçadores surgiram os primeiros artistas, que pintavam, esculpiam e gravavam, demonstrando que o desejo de expressão através das artes é inerente ao ser humano. A cor na pintura já era conhecida pelo Homem de Nandertal. As "Venus Esteatopígicas", esculturas em pedra ou marfim de figuras femininas estilizadas, com formas muito acentuadas, são manifestações artísticas das mais primitivas do "Homo Sapiens" (Paleolítico Superior, início 40000a.C) e que demonstram sua capacidade de simbolizar. A estas esculturas é atribuído um sentido mágico, propiciatório da fertilidade feminina.

Não é menos notável o desenvolvimento da pintura na mesma época. Encontradas nos tetos e paredes das escuras grutas, descobertas por acaso, situadas em fundos de cavernas. São pinturas vibrantes realizadas em policromia que causam grande impressão, com a firme determinação de imitar a natureza com o máximo de realismo, a partir de observações feitas durante a caçada. Na gruta Altamira (a chamada Capela Sixtina da Pré-História), na Espanha, a pintura rupreste do bisonte impressiona pelo tamanho e pelo volume conseguido com a técnica claro-escuro. Em outros locais e em outros grutas, pinturas que impressionam pelo realismo. Em algumas, pontos vitais do animal marcados por flechas. Para alguns, "a magia propiciatória" destinada a garantir o êxito do caçador. Para outros estudiosos, era a vontade de produzir arte.

Qualquer que seja a justificativa, a arte preservada por milênios permitiu que as grutas pré-históricas se constituissem nos primeiros museus da humanidade.

A Arte Rupestre é uma maneira de representar a Arte Primitiva. Acredita-se que estas pinturas, cujos materiais mais usados são o sangue, argila e excrementos humanos, têm um cunho ritualístico. Estima-se que esta arte tenha começado no Período Aurignaciano (Hohle Fels, Alemanha), alcançando o seu apogeu no final do Período Magdaleniano do Paleolítico.

Uma teoria alternativa e mais moderna quanto ao objectivo destas pinturas, baseada em estudos de sociedades mais recentes de caçadores-coletores, é que as pinturas foram feitas por chamãs do grupo dos Cro-Magnon.

Os chamãs retirar-se-iam para a escuridão das cavernas, entrariam em estado de transe e pintariam, então, imagens de suas visões, talvez com alguma intenção de extrair força das paredes da caverna para eles mesmos. Isso favorece a explicação sobre a antigüidade de algumas pinturas (que freqüentemente ocorrem em cavernas profundas e pequenas) e a variedade dos motivos (de animais de presa a predadores e desenhos de mãos humanas).

Normalmente os desenhos são formados por figuras de grandes animais selvagens, como bisões, cavalos, cervos entre outros. A figura humana surge raramente, sugerindo muitas vezes actividades como a dança e, principalmente, a caça, mas normalmente em desenhos esquemáticos e não de forma naturalista, como acontece com os dos animais. Paralelamente encontram-se também palmas de mãos humanas e motivos abstratos (linhas emaranhadas), chamados por Breuill de macarrões.

Nos sítios espalhados pelo mundo, é padrão encontrar, além dos desenhos parietais, figuras e objetos decorativos talhados em osso, modelados em argila, pedra ou chifres de animais.

A Arte Rupestre é uma maneira de representar a Arte Primitiva. Acredita-se que estas pinturas, cujos materiais mais usados são o sangue, argila e excrementos humanos, têm um cunho ritualístico. Estima-se que esta arte tenha começado no Período Aurignaciano (Hohle Fels, Alemanha), alcançando o seu apogeu no final do Período Magdaleniano do Paleolítico.

Uma teoria alternativa e mais moderna quanto ao objectivo destas pinturas, baseada em estudos de sociedades mais recentes de caçadores-coletores, é que as pinturas foram feitas por chamãs do grupo dos Cro-Magnon.

Os chamãs retirar-se-iam para a escuridão das cavernas, entrariam em estado de transe e pintariam, então, imagens de suas visões, talvez com alguma intenção de extrair força das paredes da caverna para eles mesmos. Isso favorece a explicação sobre a antigüidade de algumas pinturas (que freqüentemente ocorrem em cavernas profundas e pequenas) e a variedade dos motivos (de animais de presa a predadores e desenhos de mãos humanas).

Normalmente os desenhos são formados por figuras de grandes animais selvagens, como bisões, cavalos, cervos entre outros. A figura humana surge raramente, sugerindo muitas vezes actividades como a dança e, principalmente, a caça, mas normalmente em desenhos esquemáticos e não de forma naturalista, como acontece com os dos animais. Paralelamente encontram-se também palmas de mãos humanas e motivos abstratos (linhas emaranhadas), chamados por Breuill de macarrões.

Nos sítios espalhados pelo mundo, é padrão encontrar, além dos desenhos parietais, figuras e objetos decorativos talhados em osso, modelados em argila, pedra ou chifres de animais.

Quando os europeus encontraram pela primeira vez as pinturas de Magdalenia da caverna de Altamira, na Cantábria, Espanha, em torno de 150 anos, elas foram consideradas como fraude por acadêmicos.

O novo pensamento darviniano sobre a evolução das espécies foi interpretado como significando que os primitivos humanos não poderiam ter sido suficientemente avançados para criar arte.

Émile Cartailhac, um dos mais respeitados historiadores da Pré-História do final do século XIX, acreditava que as pinturas tinham sido forjadas pelos creacionistas para apoiar suas idéias e ridicularizar Darwin. Recentes reavaliações e o crescente número de descobertas têm ilustrado a autenticidade das figuras encontradas e indicam o alto nível de capacidade de arte dos humanos do Paleolítico Superior, que usavam apenas ferramentas básicas. As pinturas rupestres podem proporcionar, também, valiosas pistas quanto à cultura e às crenças daquela época.

No entanto, a idade das pinturas permanece, em muitos sítios arqueológicos, uma questão controvertida, dado que métodos como a datação por carbono radioativo podem facilmente levar a resultados errôneos pela contaminação de amostras de material mais antigo ou mais novo, e que as cavernas e superfícies rochosas estão tipicamente atulhadas com resíduos de diversas épocas.

A escolha da datação pelo material subjacente pode indicar a data, por exemplo, da rena na caverna espanhola denominada Cueva de las Monedas, que foi determinada como sendo do período da última glaciação. A caverna mais antiga é a de Chauvet, com 32.000 anos.

Contudo, como ocorre com toda a pré-história, é impossível estar-se seguro dessa hipótese devido à relativa falta de evidência material e a diversas lacunas associadas com a tentativa de entender o pensar pré-histórico aplicando a maneira de raciocinar do homem moderno.
Os sítios mais conhecidos e estudados encontram-se na Europa, sobretudo França e no norte da Espanha, na região denominada franco-cantábrica; em Portugal, na Itália e na Sicília; Alemanha; Balcãs e Roménia. No norte mediterrâneo da África; na Austrália e Sibéria são conhecidas milhares de localidades, porém não tão estudadas, como é o caso do Brasil. Em 2003, pinturas rupestres foram também descobertas em Creswell Crags, Nottinghamshire, Inglaterra.

Portugal
Em Portugal são conhecidas mais de trezentas localidades de arte rupestre, destacando-se o complexo do vale do rio Côa, um dos mais antigos ao ar livre, a gruta do Escoural, fundamental no estudo do Cro-Magnon e Neandertal, e o Mazouco.

Sítios mais conhecidos
Os sítios mais conhecidos e estudados encontram-se na Europa, sobretudo França e no norte da Espanha, na região denominada franco-cantábrica; em Portugal, na Itália e na Sicília; Alemanha; Balcãs e Roménia. No norte mediterrâneo da África; na Austrália e Sibéria são conhecidas milhares de localidades, porém não tão estudadas, como é o caso do Brasil. Em 2003, pinturas rupestres foram também descobertas em Creswell Crags, Nottinghamshire, Inglaterra.

Portugal
Em Portugal são conhecidas mais de trezentas localidades de arte rupestre, destacando-se o complexo do vale do rio Côa, um dos mais antigos ao ar livre, a gruta do Escoural, fundamental no estudo do Cro-Magnon e Neandertal, e o Mazouco.

Brasil
No Brasil são encontrados diversos arquipélagos onde existem manifestações de arte rupestre. Os mais conhecidos ficam em Naspolini, no Estado Santa Catarina, na região Sudeste do país. Em Minas Gerais na região de Lagoa Santa e Varzelândia. Destacam-se também a Toca da Esperança, região central da Bahia e Florianópolis, Estado de Santa Catarina, no sul. No nordeste também foram encontradas pinturas no Estado do Piauí, na Serra da Capivara. As cidades mais próximas dos sítios arqueológicos são Coronel José Dias e São Raimundo Nonato (30 km).

Segundo informação da "FUMDHAM", Fundação Museu do Homem Americano, de São Raimundo Nonato, há 260 sítios arqueológicos com pinturas rupestres na área do Parque Nacional da Serra da Capivara, que foi criado em 1979.

De acordo com informações não confirmadas, as pinturas rupestres dos mencionados sítios teriam idade entre 10.000 e 12.000 anos, porém estudos mais recentes datam 50.000 anos

Arte Moderna


Arte Moderna é o termo genérico usado para designar a maior parte da produção artística do fim do Século XIX até meados dos anos 1970 (embora não haja consenso sobre essas datas), enquanto que a produção mais recente da arte é chamada freqüentemente de arte contemporânea (alguns preferem chamar de arte pós-moderna). A arte moderna se refere a uma nova abordagem da arte em um momento no qual não mais era importante que ela representasse literalmente um assunto ou objeto (através da pintura e da escultura) -- o advento da fotografia fez com que houvesse uma diminuição drástica na demanda por certos meios artísticos tradicionais, a pintura especialmente. Ao invés disso, e é aí que a idéia de moderno começa a tomar forma, os artistas passam a experimentar novas visões, através de idéias inéditas sobre a natureza, os materiais e as funções da arte, e com freqüência caminhando em direção à abstração.

A noção de arte moderna está estreitamente relacionada com o modernismo.

Durante as primeiras décadas, a arte moderna foi um fenómeno exclusivamente Europeu. As primeiras sementes de idéias modernas na arte vieram dos artistas que trabalhavam no romântico e movimentos dos realistas. Em seguida, representantes do impressionismo e pós-impressionismo experimentaram começando com as maneiras novas de representar a luz e o espaço através da cor e da pintura. Nos anos pré-I Guerra Mundial do século XX, uma explosão criativa ocorreu com fauvismo, cubismo, expressionismo e futurismo.

I Guerra Mundial trouxe um fim a esta fase, mas indicou o começo de um número de movimentos anti-arte, como dada e o trabalho de Marcel Duchamp, e do surrealismo. Também, os grupos de artistas como de Stijl e Bauhaus eram seminal no desenvolvimento de idéias novas sobre o interrelação das artes, da arquitetura, do projeto e da instrução da arte.

Arte moderna foi introduzida na América durante a I Guerra Mundial quando um número de artistas de Montmartre e Montparnasse bairros de Paris, França fugiram da guerra. Francis Picabia (1879–1953), foi o responsável de trazer a Arte Moderna para a cidade de Nova York. Foi somente após a II Guerra Mundial, embora, que os EUA se transformaram o ponto focal de novos movimentos artísticos. As décadas de 1950 e 1960 viram emergir o expressionismo abstrato, pop art, op art e arte mínima; Entre 1960 e 1970, arte da terra, arte do desempenho, arte conceitual e Fotorealismo emergiram.

Em torno desse período, um número artistas e de arquitetos começaram a rejeitar a idéia de "o moderno" e criou tipicamente trabalhos pós-modernos.

Partindo do período pós-guerra, poucos artistas usaram pintura como seu meio preliminar.

Artes Marciais


As artes marciais são sistemas de práticas e tradições para treinamento de combate, usualmente (mas nem sempre) sem o uso de armas de fogo ou outros dispositivos modernos. Sua origem confunde-se com o desenvolvimento da civilização quando, logo após o desenvolvimento da onda tecnológica agrícola, alguns começam a acumular riqueza e poder, ensejando o surgimento de cobiça, inveja, e seu corolário, a agressão. A necessidade abriu espaço para a profissionalização da proteção pessoal. Embora a versão mais conhecida da arte marcial, principalmente a história oriental, tenha como foco principal Bodhidharma monge indiano que em viagem a china orientou os monges chineses na prática do yoga e rudimentos da arte marcial indiana o que caracterizou posteriormente na criação de um estilo próprio pelos monges de shaolin, é sabido históricamente, através tradição oral e escavações arqueológicas que o kung fu já existia na China há mais de cinco mil anos.Da China estes conhecimentos se espandiram por quase toda a ásia. Japão e Coréia também têm tradição milenar em artes marciais.Recentes descobertas arqueológicas também mostram guardas pessoais, na Mesopotâmia, praticando técnicas de defesa e de imobilização de agressores. Paralelamente, o mundo ocidental desenvolveu outros sistemas, como o Savate francês, ou a Capoeira brasileira.

Atualmente, pessoas de todo o mundo estudam artes marciais por diferentes motivos como condicionamento físico, defesa pessoal, coordenação física, lazer, desenvolvimento de disciplina, participação em um grupo social, e estruturação de uma personalidade sadia pois a prática possibilita o estravasamento da tensão que harmoniza o indivíduo focalizando-o positivamente.

Artes Marciais:

O termos artes marciais é um termo cidental e latino referentes as artes de guerra e luta. Este termmo veio em relação ao deus da guerrra greco-romano Marte, ou seja as artes marciais são as artes na quel o Deus Marte ensinou os homen segundo a mitologia. Hoje o termo artes marciais é usado para todos os sistemas de combate de origem oriental e ocidental, com ou sem o uso de armas tradicionais, termo este que é erroneo sendo que a a origem das lutas no oriente esta muito diferenciada aos aspectos vistos destas praticas no ocidente. As artes militares ou marciais podemos determinar que são todas as praticas utilizadas pelos exercitos no desenvolvimento de treinamento e habilidades para o uso em guerras nao importando a origem ou povo que a criou. No oriente existem outros termos mais adequados para a definição destas artes como Wu-Shu na China e Bu-Shi-Do no Japão que tambem significam artes de guerra, ou "Caminho do Guerreiro". Mutas destas artes de guerra do oriente e ocidente deram origem a artes atuais que hoje são praticados em todo o mundo como Karate, Kung Fu, Tae Kwon Do, Esgrima, Arqueirismo, Hipismo etc, e se diferem dos esportes de combate como o Boxe, Judo, Luta Olimpica, pois no esporte a competição e as regras prevalecem pois o objetivo é ver aquele que marca mais pontos dentro de uma regra, já as modalidades que tem uma origem mais marcial tem como objetivo a defea pessoal em uma situação de risco sem regras, e com o enfoque principal na formação do carater do ser humano. No Japão estas artes são chamadas de Bu-Do ou "Um caminho educacional através das lutas".

Na China as artes de lutas estão classificadas em dois grupos: Wu-Shu = artes de guerra onde se encontra os estilos tradicionais mais antigos, que se sub dividem em: Estilos externos = que usam a força fisica. Ex: Shaolin e suas divisões. Estilos Internos = que usam a Energia KI. Ex: Tai Chi, Ba Gua, Xing Y.

Kuo-Shu = artes chinesas, onde se encontra os estilos mais recentes e modernos, muito destes adaptados a competição.

No Japão as artes da lutam tambem se dividem em dois grupos: Bushi-Do = artes da guerra. Ex. Ju Jitsu (tradicioanl) Ken jutsu, I Ai Jutsu, Nihon Kobudo etc. Bu-Do = Artes atuais muitas com origem no Bushi-Do e outras que amntiveram-se desde a antiguidade. Ex: Karate, Judo, Aikido, kendo, Kyu Do etc.

Classificação dos estilos de luta: Estilos Tradicionais: são aqueles que mantem os traços originais e que são transmitidos de geração em geração.EX: Ken Jutsu, Okinawa Kobudo, Karate-Do. Estilos Modernos: são aqueles que foram criados a partir das experiencias dos antigos mestres mas adaptados ao mundo atual utilizando a tradição nos dias de hoje.EX: Judo, Karate-Do. Estilos Sinteticos:são aqueles que se formarama partir da união de varios estilos de luta: EX: kick boxing (Boxe + Karate+ Taekwondo).

No Ocidente as lutas estão vinciuladas unicamente a sistemas de luta e defesa pessoal ao contrario do oriente que possui um sistema filosofico fundamentado em cranças e religiões que preparam o praticante fisico e espiritualmente. os estilos ocidentais de luta podemos citar: Savate, Kick Boxing, Boxe, Luta Livre, Capoeira, Esgrima, Sambo, Krav Maga, e outros mais recentes criados da mescla com sistemas de luta orientais.

Arte Nova

Art nouveau ([aR.nu'vo], do francês arte nova), chamado Arte Nova em Portugal, foi um estilo estético essencialmente de design e arquitectura que também influenciou o mundo das artes plásticas. Era relacionado com o movimento arts & crafts e que teve grande destaque durante a Belle époque, nas últimas décadas do século XIX e primeiras décadas do século XX. Relaciona-se especialmente com a 2ª Revolução Industrial em curso na Europa com a exploração de novos materiais (como o ferro e o vidro, principais elementos dos edifícios que passaram a ser construídos segundo a nova estética) e os avanços tecnológicos na área gráfica, como a técnica da litografia colorida que teve grande influência nos cartazes. Devido à forte presença do estilo naquele período, este também recebeu o apelido de modern style (do inglês, estilo moderno).

O nome surgiu de uma loja parisiense (capital internacional do movimento), chamada justamente Art nouveau e que vendia mobiliário seguindo o estilo.


Caracteriza-se pelas formas orgânicas, escapismo para a Natureza, valorização do trabalho artesanal, entre outros. O movimento simbolista também influenciou o art nouveau.

Recebeu nomes diversos dependendo do país em que se encontrava: Flower art na Inglaterra, "Modern Style", "Liberty" ou stilo "Floreale" na Itália. Os alemães criam sua própria vertente de Art Nouveau chamada Jugendstil.

No Brasil, teve fundamental participação na divulgação e realização da art nouveau o Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo. Um dos maiores nomes desse estilo, no Brasil, é o artísta e designer Eliseu Visconti, pioneiro do design no País.

Em Portugal, edifícios em estilo arte nova são particularmente comuns em Aveiro e Caldas da Rainha. Em Lisboa, a Casa - Museu Dr. Anastácio Gonçalves é um bom exemplo da variante portuguesa do estilo, assim como no Porto o Café Majestic. Em Portugal foi comum, mais que a arquitetura, a decoração de fachadas e interiores com azulejos em estilo arte nova, como se comprova em muitos edifícios da virada dos séculos XIX e XX.

Uma estética para o design
Ao contrário da maioria das correntes associadas ao movimento modernista, o Art Nouveau não foi dominado pela pintura. Mesmo os pintores mais estreitamente relacionados com o estilo, Toulouse-Lautrec, Pierre Bonnard, Gustav Klimt, criaram cartazes e objetos de decoração memoráveis. Juntamente com o Arts and Crafts, o Art Nouveau foi um dos estilos estéticos que preparam o caminho do design moderno.

Art Nouveau modernizou o design editorial, a tipografia e o design de marcas comerciais; além de se destacar pelo desenvolvimento dos cartazes modernos. Art Nouveau também revolucionou o design de moda, o uso dos tecidos e o mobiliário, assim como o design de vasos e lamparinas Tiffany, artigos de vidro Lalique e estampas Liberty.

A litografia colorida tornou-se disponível ao final do século XIX, possibilitando aos designers da época trabalhar direto na pedra, sem as restrições da impressão tipográfica, possibilitando um desenho mais livre. Esse avanço tecnológico foi muito reponsável pelo florecimento e difusão do cartaz.

Influência da pintura japonesa
Talvez a principal influência estética que inspirou o uso livre do espaço graficamente foi a popularidade das estampas japonesas. A pintura japonesa valorizava muito o espaço em branco do papel e a composição precisa dos elementos figurativos, além do movimento e textura gráfica da pincelada. Podemos perceber essa influência direta na composição e desenho, extremamente gráficos e econômicos, de Aubrey Beardsley, um dos pioneiros do design (e do desenho artístico) moderno. Além disso, a expressividade da caligrafia japonesa pode ter influênciado também muito da caligrafia espressiva do Art Nouveau
A influência do Art Nouveau
Embora o Art Nouveau seja uma manifestação típica do século XIX, podem-se encontrar traços desse movimento no design gráfico posterior do século XX. Para demonstram a continuidade da influência do estilo, podemos destacar:

O estilo psicodélico dos anos de 1960-70 (ver Milton Glaser). Especialmente influênciados pelo Jugendstil.
A família tipográfica Bookman, o arredondado da Cooper Black e o redesenho de tipografias antigas e ornamentadas, possíveis por avanços tecnológicos como a fotoletra, fotocomposição e a tipografia digital.
Embora, por muito tempo, designers educados à sombra do Bauhaus e do Estilo internacional tenham criticado o Art Nouveau como uma manifestação estética excessivamente ornamental, atualmente se valoriza muito a importância histórica do Art Nouveau, sem menosprezar a sua riqueza ornamental.

Arte Digital

Arte digital é aquela produzida em ambiente gráfico computacional. Utiliza-se de processos digitais e virtuais. Inclui experiências com net arte, web arte, vídeo-arte, etc. Tem o objetivo de dar vida virtual as coisas e mostrar que a arte não é feita só a mão. Existem diversas categorias de arte digital tais como pintura
digital, gravura digital, programas de modelação 3D, edição de fotografias e imagens, animação, entre outros. Os resultados podem ser apreciados em impressões em papéis especiais ou no próprio ambiente gráfico computacional. Vários artistas usam estas técnicas. Ao contrário dos meios tradicionais, o trabalho é produzido por meios digitais. A apreciação da obra de arte pode ser feita nos ambientes digitais ou em mídias tradicionais. Atualmente existem algumas comunidades virtuais voltadas a divulgação da Arte Digital, a maior e mais conhecida é o Deviantart.
Do ponto de vista da computação gráfica, as artes digitais são produzidas em ambientes digitais bidimensionais 2D. É possível gerar e interagir objetos em um plano. (eixos x,y, o eixo z é nulo ou zero.). Está sub-dividido em imagens bitmapeadas (raster images) e imagens vetoriais (vector images). Os artitsas usam diversas técnicas para elaboração de seus trabalhos. Uma delas é o uso de mesas digitalizadoras pois permitem mais liberdade de traço. Existem ainda alguns outros artistas que utilizam estas técnicas somente para fazer estudos iniciais dos trabalhos definitivos tradicionais.

Bitmapeadas
Utilizam mapas de Bits para geração da imagens.

Manipulação de fotos
Uma das áreas principais da expressões arte digital. Consiste em manipular uma fotografia, sendo esta manipulação visível além de mudança de cores. Deve-se manter em mente que somente pode-se utilizar fotografias de “stock” (fotografias nas quais o autor especifica que tais podem ser utilizadas para trabalhos de arte de outros, não somente manipulação de fotos, mas também como referência para desenhos e pinturas, arte vetor, modelos tridimensionais, e outros.) para realizar manipulações que não infrinjam as leis de copyright autoral.

Pintura digital
Pintura digital ou ilustração digital, trata-se de geração de trabalhos utilizando programas específicos para edição de imagem que simulam a pintura em óleo sobre tela. Muito embora existam possibilidades de aquarela, baixo-relevos, etc.

Desenho digital
O desenho digital é elaborado por meio de ferramentas virtuais que simulam as utilizadas na Arte Tradicional. É o aspecto mais conhecido da Arte Digital, constantemente confundido com a mesma.

Dentro desta categoria de arte digital se encaixam as Pinturas Digitais, gravura digital e os trabalhos de Oekaki. As pinturas nada mais são do que desenhos digitais feitos com maior atenção em relação a detalhes, sombras e luzes. É o equivalente digital às pinturas em quadros e telas.

Pixelart
Uma forma criada inteiramente mapa de pixels, usando a mais simples das ferramentas digitais (conhecida como “Lápis”). Cada pixel é colocado num lugar específico com o objetivo de melhorar a representação iconográfica da imagem e completar a intenção original do artista. Os tão conhecidos e populares “emoticons” são trabalhos de pixel art. Esta técnica é também muito importante no desenvolvimento dos ícones e ferramentas das interfaces gráficas dos softwares.

Tendo em vista que a maioria dos termos em computação gráfica tem origem na língua inglesa, é possível existir interpretações distintas, por exemplo, para arte vetorial e pixel art.

Arte Oekaki
São desenhos digitais intuitivos, feitos com pressa e sem atenção nenhuma em relação aos detalhes, iluminação e outros aspectos que exigem atenção e tempo. Normalmente são imagens para concursos com tempos limitados.
As ilustrações utilizam vetores. Permite a geração de excelentes resultados. Estas ilustrações gráficas se caracterizam por utilizar de vetores para definir as primitivas geométricas. As linhas, círculos, polígonos, etc são definidas por registros matemáticos. Este processo permite a alteração de cada endidade geométrica de forma independente. Um dos exemplos práticos consiste em transformar uma fotografia em uma imagem vetorial, costumamos chamar este processo de vetorização. Este processo perde nuances do original, tornando-se menos realista. Existem várias opçoes de software que utilizam estas ferramentas. Entre eles o Corel Draw, Adobe Ilustrator, Fireworks (software proprietário) ou o Inkscape (software livre). Todos possuem várias aplicações. São freqüentemente utilizado para criação da papelaria de um empresa do que para ilustração), baseados nas formas geométricas originais

Escultura no Mundo



Imagem de Shiva, em bronzeAs primeiras esculturas na Índia são atribuídas à civilização do vale do Indo, onde trabalhos em pedra e bronze foram descobertos, sendo uma das mais antigas esculturas do mundo. Mais tarde, com o desenvolvimento do hinduismo, do budismo, e do jansenismo, esta região produziu alguns dos mais intricados e elaborados bronzes. Alguns santuários, como o de Ellora, apresentam
China
Alguns dos guerreiros do Exército de terracota de XianArtefatos chineses datam do século 10 a.C., mas alguns períodos selecionados tiveram destaque: Dinastia Zhou (1050-771 a.C.) produziu alguns intrincados vasos em bronze fundido; Dinastia Han (206-220 a.C.) apresentou o espetacular Exército de terracota de Xian, em tamanho natural, defendendo a tumba do imperador; As primeiras esculturas de influencia budista aparecem no período dos Três reinos (século 3) ; Dinastia Wei (séculos 5 e 6 ) nos da a escultura dos Gigantes grotescos, reconhecidas por suas qualidades e elegância. O período considerado a idade de ouro da China é a Dinastia Tang, com suas esculturas budistas, algumas monumentais, considerados tesouros da arte mundial.
Após este período a qualidade da escultura chinesa caiu muito. É interessante notar que a arte chinesa não tem nus, como é comum na arte ocidental, à exceção de pequenas estatuas para uso dos médicos tradicionais. Também tem poucos retratos, exceto nos mosteiros, onde eram mais comuns. E nada do que se produziu após a Dinastia Ming ( após século 17) foi reconhecido como bom pelos museus e colecionadores de arte. No século passado, a influencia do realismo socialista de origem soviética arruinou o que restava da arte chinesa. Espera-se que o ressurgimento e abertura para o mundo ocidental traga a arte chinesa ao seu lugar de mérito.
Japão
Imagem de BudaJaponeses faziam muitas estatuas associadas a religião, a maioria sob patrocínio do governo. Notáveis foram as chamadas ‘’haniva’’, esculturas em argila colocadas sobre tumbas, no período ‘’Kofun’’. A imagem em madeira do século 9 de ‘’Shakyamuni’’, um Buda histórico é típica escultura da era ‘’Heian’’, com seu corpo curvado, coberto com um denso drapeado e com uma austera expressão facial. A escola Key criou um novo estilo, mais realista.
Américas
Existem poucos exemplares de esculturas pré-colombianas no continente americano, entre elas as famosas estatuas da Ilha de Páscoa, algumas esculturas, principalmente em alto-relevo, decorando edificações Maia e Asteca do Peru ao México e algumas peças primitivas em madeira ou argila, geralmente com significado religioso, dos povos nativos de toda América.
No restante, só se começou a produzir arte a partir do século 16, já sob influência do Barroco, com destaque para imagens religiosas em madeira, terracota e pedra macia nos locais de influencia católica. Nos paises de religião protestante, por sua maior resistência ao uso religioso de imagens, foi mais tardio o aparecimento de artistas, entrando diretamente no Neoclássico por influência da cultura européia. A partir daí, com a facilidade de transporte e comunicações, a arte nas Américas ficou muito parecida com a da Europa.
África
A arte da África tem uma ênfase especial pela escultura, especialmente em ébano e outras madeiras nobres. Alem das divindades antropomórficas, tem especial interesse as máscaras rituais. As esculturas mais antigas são da cultura Nok (cerca de 500 a. C.), no território onde atualmente se encontra a Nigéria.
Europa ocidental
Uma amostra dos mármores de ElginA Grécia clássica é com certeza o berço ocidental da arte de esculpir, desde seus primeiros artefatos a partir do século 10 a.C., em mármore ou bronze, até o apogeu da era de Péricles (século 5 a.C.), com as esculturas da Acrópole de Atenas Foi também quando alguns escultores começaram a receber reconhecimento individual, como Fídias. Produziu obras impares,como a Vitória de Samotrácia, os mármores de Elgin ou a Vénus de Milo. A partir dos gregos, os romanos, depois de um começo na tradição etrusca, abraçaram a cultura clássica e continuaram a produzir esculturas até o fim do império, numa escala monumental e numa quantidade impressionante, espalhando principalmente o trabalho em mármore por todo o império. Após o fim do império e a idade das trevas, onde pouco se fez, tivemos algumas esculturas góticas (séculos 12 e13), basicamente como decoração de igrejas, como a porta da catedral de Chartres, arte fúnebre com suas tumbas elaboradas e as famosas gárgulas.

Tudo pareceu culminar no Renascimento, com mestres como Donatello e seu Davi em bronze, a estátua eqüestre do Gattamelata ou suas inúmeras esculturas em mármore, abrindo caminho para a obra maior de Michelangelo, com seu magnífico David em mármore, a Pietá, ou Moisés. Provavelmente o David de Florença seja a escultura mais href="http://photos1.blogger.com/blogger2/7085/4285/1600/200px-famosa do mundo desde que foi revelada em 8 de setembro de 1504. É um exemplo do contrapposto, estilo de posicionar figuras humanas.
Quando Benvenuto Cellini criou um saleiro em ouro e ébano em 1540, mostrando Netuno e Anfitrite em formas alongadas e posições desconfortáveis, transformou o Naturalismo e criou a obra maior do Maneirismo que em sua forma mais exagerada virou o Barroco, que acrescenta elementos exteriores, como efeitos de iluminação. Bernini foi sem duvida o mais importante escultor desse período, com obras como Extase de Santa Teresa.
Após os excessos do Barroco, o Neoclassicismo é uma volta ao modelo helenista clássico, antes dos anos confusos do Modernismo, que teve a magnífica obra em bronze do francês Auguste Rodin e seu O Pensador, e depois enterrou a tradição clássica com o Cubismo, o Futurismo, o Minimalismo, as Instalações e a Pop Art.

Escultura


Escultura é uma arte que representa imagens plásticas em relevo total ou parcial. Existem várias técnicas de trabalhar os materiais, como a cinzelação, a fundição, a moldagem ou a aglomeração de partículas para a criação de um objeto. . Vários materiais se prestam a esta arte, uns mais perenes como o bronze ou o mármore, outros mais fáceis de trabalhar, como a argila, a cera ou a madeira. Embora possam ser utilizadas para representar qualquer coisa, ou até coisa nenhuma, tradicionalmente o objetivo maior foi sempre representar o corpo humano, ou a divindade antropomórfica.
Técnicas, formas e materiais utilizados
Através da maior parte da história, permaneceram as obras dos artistas que utilizaram-se dos materiais mais perenes e duráveis possíveis como a pedra (mármore, pedra calcárea, granito) ou metais (bronze, ouro, prata). Ou que usavam técnicas para melhorar a durabilidade de certos materiais (argila, terracota) ou que empregaram os materiais de origem orgânica mais nobres possíveis (madeiras duráveis como ébano, jacarandá, materiais como marfim ou âmbar). Mas de um modo geral, embora se possa esculpir em quase tudo que consiga manter por pelo menos algumas horas a forma idealizada (manteiga, gelo, cera, gesso, areia molhada), essas obras efêmeras não podem ser apreciadas por um público que não seja coevo.
A escolha de um material normalmente implica na técnica a se utilizar. A cinzelação, quando de um bloco de material se retira o que excede a figura utilizando ferramentas de corte próprias, para pedra ou madeira; a modelagem, quando se agrega material plástico até conseguir o efeito desejado, para cera ou argila; a fundição, quando se verte metal quente em um molde feito com outros materiais. Modernamente, novas técnicas, como dobra e solda de chapas metálicas, moldagens com resinas, betão armado ou plásticos, ou mesmo a utilização da luz coerente para dar uma sensação de tridimensionalidade, tem sido tentadas e só o tempo dirá quais serão perenes.
Através do tempo, algumas formas especificas de esculturas formas mais utilizadas que outras: O busto, espécie de retrato do poderoso da época; a estátua eqüestre, tipicamente mostrando um poderoso senhor em seu cavalo; Fontes de água, especialmente em Roma, para coroar seus fabulosos aquedutos e onde a água corrente tinha um papel a representar; estátua, representando uma pessoa ou um deus em forma antropomórfica; Alto ou Baixo-relevo, o modo de ilustrar uma história em pedra ou metal ; mobiliário, normalmente utilizado em jardins.

Wednesday, September 27, 2006

Alguma definição de arte


A definição original e abrangente de arte (do latin ars, significando técnica ou habilidade) é o produto ou processo em que conhecimento é usado para realizar determinadas habilidades; esse é o sentido usado em termos com “artes marciais”. Mas no sentido moderno, também podemos incluir o termo arte como a atividade artística ou o produto da atividade artística. O que poderia ser o produto final da manipulação humana sobre uma matéria-prima qualquer.

Ernst Gombrich, famoso historiador de arte, afirmou que:

nada existe realmente a que se possa dar o nome de Arte. Existem somente artistas (A História da Arte, LTC ed.).

Ou seja, arte é um fenômeno cultural. Regras absolutas sobre arte não sobrevivem ao tempo, mas em cada época, diferentes grupos (ou cada indivíduo) escolhem como devem compreender esse fenômeno.

Portanto Arte pode ser sinônimo de beleza, ou de uma Beleza transcendente. Dessa forma o termo passa a ter um caráter extremamente subjetivo, qualquer coisa pode ser chamada de Arte desde que alguém a considere assim, não precisando ser limitada à produção feita por um artista. Mas como foi mencionado, a tendência dominante é considerar o termo Arte apenas relacionado, diretamente, à produção das artes plásticas.

Os historiadores de arte procuram determinar os períodos que empregam um certo estilo estético por 'movimentos artísticos'. A arte registra as idéias e os ideais das culturas e etnias, sendo assim, importante para a compreensão da história do Homem e do mundo.

Muitas formas artísticas podem extrapolar a realidade, exagerando coisas normalmente aceitas ou simplesmente criando novas formas de se perceber a realidade.

Em algumas sociedades as pessoas consideram que a arte pertence à pessoa que a criou. Geralmente pensam que o artista usou o seu talento intrínseco na sua criação. Essa visão (geralmente da maior parte da cultura ocidental) reza que um trabalho artístico é propriedade do artista. Outra maneira de se pensar sobre talento é como se fosse um dom individual do artista. Os povos judeus, cristãos e muçulmanos geralmente pensam dessa maneira sobre a arte.

Existem outras sociedades onde as pessoas pensam que o trabalho artístico pertence à comunidade. Esse pensamento é levado de acordo com a convicção de que a comunidade deu ao artista o capital social para o seu trabalho. Nessa visão a sociedade é um coletivo que produz a arte, através do artista, que apesar de não possuir a propriedade da arte é visto como importante para sua concepção.

Existem muitas contradições quanto à honra ou ao gosto pela arte, indicando assim o tipo de moral que a sociedade exerce.

Também pode ser definida, mais genericamente, como o campo do conhecimento humano relacionado à criação e crítica de obras que evocam a vivência e interpretação sensorial, emocional e intelectual da vida em todos os seus aspectos.

Arte digital é aquela produzida em ambiente gráfico computacional. Utiliza-se de processos digitais e virtuais. Inclui experiências com net arte, web arte, vídeo-arte, etc. Tem o objetivo de dar vida virtual as coisas e mostrar que a arte não é feita só a mão. Existem diversas categorias de arte digital tais como pintura digital, gravura digital, programas de modelação 3D, edição de fotografias e imagens, animação, entre outros. Os resultados podem ser apreciados em impressões em papéis especiais ou no próprio ambiente gráfico computacional. Vários artistas usam estas técnicas. Ao contrário dos meios tradicionais, o trabalho é produzido por meios digitais. A apreciação da obra de arte pode ser feita nos ambientes digitais ou em mídias tradicionais. Atualmente existem algumas comunidades virtuais voltadas a divulgação da Arte Digital, a maior e mais conhecida é o Deviantart.

A área das artes visuais e design é extremamente ampla. Abrange, essencialmente, qualquer forma de representação visual.

Outras formas visuais dramáticas costumam ser incluídas em outras categorias, como teatro, música ou ópera, apesar de não existir fronteira clara. É o caso da arte corporal e arte interativa ou mesmo o Cinema e o Video.

As artes que normalmente lidam com a visão como o seu meio principal de apreciação costumam ser chamadas de artes visuais. Por excelência, consideram-se artes visuais as seguintes: pintura, desenho e gravura. As artes espaciais como a escultura e a arquitetura podem ser consideradas artes visuais, embora sua matéria-prima não seja a imagem bi-dimensional.

Artes cénicas (ou cênicas) são todas aquelas que se desenvolvem num palco ou local de representação para um público. Muitas vezes estas apresentações das artes cênicas podem ocorrer em praças e ruas. Assim podemos dizer também que este palco pode ser improvisado. Ou seja, o palco é qualquer local onde ocorre uma apresentação cênica. Podemos destacar as seguintes classes:

arquitetura na grafia brasileira - (do grego arché - αρχή = primeiro ou principal e tékton - τέχνη = construção) é a arte ou técnica de projetar e edificar o ambiente habitado pelo ser humano. Quando se fala em arquitectura fala-se, entre muitas outras coisas, da organização do espaço. A arquitetura como atividade humana existe desde que o homem passou a se abrigar das intempéries. Uma definição mais precisa da área envolve todo o design do ambiente construído pelo homem, o que engloba desde o desenho de mobiliário (desenho industrial) até o desenho da paisagem (paisagismo), da cidade (urbanismo) e da região (planejamento regional), passando pelo desenho de construções (considerada a atividade mais comum dos arquitetos), como prédios em altura, casas, igrejas, etc. O trabalho do arquiteto envolve, portanto, toda a escala da vida do homem, desde a manual até a urbana.
O espaço interno como protagonista da arquitetura
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O espaço interno como protagonista da arquitetura

Apesar da apresentação acima ser a mais facilmente encontrada em dicionários, é possível descrever a arquitetura de acordo com sua matéria-prima: o espaço, ou para ser mais específico, o espaço interno. Antes de edificar contruções ou prédios, o arquiteto trabalha essencialmente com a edificação do espaço. Esta teoria foi sintetizada pelo arquiteto italiano Bruno Zevi.